Com o esporte cada vez mais competitivo, os melhores pilotos da Fórmula 1 recebem milhões a mais, ano após ano, por meio de seus salários, bônus e patrocínios recebidos

Fórmula 1 - 2023
Carro versão 2023 da Fórmula 1 / foto: Getty Images

Bem-vindo ao fantástico e emocionante mundo das corridas de Fórmula 1, um esporte de alta octanagem que exige incrível habilidade, precisão e resistência, onde as corridas de supervelocidade não são as únicas coisas que têm ritmo acelerado.

O Campeonato Mundial de Fórmula 1 da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) de 2023 corresponde à 74ª temporada de disputas do torneio automobilístico.

Com milhões de dólares em jogo, as equipes estão constantemente em busca dos melhores pilotos, oferecendo-lhes salários vultosos e vários bônus para se manterem à frente na competição.

Portanto, aperte bem o cinto e prepare-se para uma viagem emocionante ao mundo da Fórmula 1, onde cada segundo conta e cada centavo vale ainda mais.

Os 6 Pilotos mais bem Pagos da Fórmula 1 em 2022

A remuneração média de um piloto de Fórmula 1 é de cerca de US$4 milhões ao ano, com os pilotos mais bem-sucedidos ganhando montantes muito maiores.  Os salários dos pilotos de Fórmula 1 são geralmente compostos por uma parte fixa e uma parte variável, com base no desempenho do piloto em corridas e sua posição no campeonato.

Segundo a Forbes, assim como em qualquer outro esporte, a compensação dos pilotos de Fórmula 1 varia amplamente, com os melhores pilotos ganhando muito mais do que seus colegas menos bem-sucedidos. Aqui estão os 6 pilotos mais bem pagos da Fórmula 1 em 2022, considerando seus salários e bônus:

Max Verstappen - US$60 milhões (R$ 319 milhões)
  • Salário: US$40 milhões
  • Bônus: US$20 milhões
  • Equipe: Red Bull Racing
  • Nacionalidade: Holandesa
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Max Verstappen, piloto da Fórmula 1 com 36 vitórias na carreira / foto: Mark Thompson/Getty Images
Lewis Hamilton - US$55 milhões (R$292 milhões)
  • Salário: US$35 milhões
  • Bônus: US$20 milhões
  • Equipe: Mercedes
  • Nacionalidade: Inglesa
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Lewis Hamilton, piloto da Fórmula 1 com maior número de vitórias e poles / foto: MKTEsportivo
Fernando Alonso - US$30 milhões (R$159 milhões)
  • Salário: US$17,5 milhões
  • Bônus: US$12,5 milhões
  • Equipe: Alpine
  • Nacionalidade: Espanhola
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Fernando Alonso, piloto bicampeão pela Fórmula 1 / foto: AFP
Sergio Perez - US$26 milhões (R$ 138 milhões)
  • Salário: US$10 milhões
  • Bônus: US$16 milhões
  • Equipe: Red Bull Racing
  • Nacionalidade: Mexicana
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Sergio Perez, piloto da Fórmula 1 / foto: AFP
Charles Leclerc - US$23 milhões (R$122 milhões)
  • Salário: US$12 milhões
  • Bônus: US$11 milhões
  • Equipe: Ferrari
  • Nacionalidade: Monegasco
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Charles Leclerc, piloto monegasco da Fórmula 1 / foto: Hamad I Mohammed/POOL/AFP
Sebastian Vettel - US$17 milhões (R$91,5 milhões)
  • Salário: US$15 milhões
  • Bônus: US$2 milhões
  • Equipe: Aston Martim
  • Nacionalidade: Alemã
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Sebastian Vettel, piloto tetra campeão consecutivo da Fórmula 1 / foto: Peter J. Fox Getty Images

Buscando por vantagens competitivas, salários podem aumentar pelos próximos anos

Sabe-se que os dez motoristas mais bem pagos da Fórmula 1 ganham cerca de US$ 264 milhões (R$ 1,4 bilhão) em 2022, o que corresponde a um aumento de 25% em relação ao ano anterior.

Nesse cálculo, ainda não estão computados os ganhos com publicidade, devido às limitadas oportunidades de marketing no negócio.

Cabe ressaltar que o patrocínio é uma parte importante da compensação na Fórmula 1. As equipes dependem de patrocinadores para financiar suas operações e pagar os salários de suas equipes. A Ferrari, por exemplo, é patrocinada pela marca de relógios suíça Hublot.

Os patrocinadores também investem em pilotos individualmente, ocorrendo que os melhores pilotos muitas vezes garantem os maiores contratos.

Patrocínio esse que também compõe o novo limite orçamentário imposto às equipes para o próximo ano, limitando seus gastos a apenas US$135 milhões. Isso leva a crer que os dias de excelentes pagamentos continuarão a acontecer.

As remunerações não estão incluídas nessa previsão orçamentária, focando a recompensa pelo diferencial humano a ser cada vez maior para manter-se na dianteira das posições.

Os especialistas preveem que a remuneração dos pilotos crescerá pelos próximos anos devido à busca de uma vantagem competitiva a mais dentro do novo modelo do torneio.

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Carro da Ferrari na Fórmula 1 - 2023 / foto: Getty Images
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